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Profissionais da saúde realizam fórum sobre obesidade infantil em Santo André

dados apontam que 27% das crianças entre 5 e 9 anos em Santo André estão enfrentando obesidade ou sobrepeso.

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Um estudo conduzido pelo Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf) durante o Programa Saúde na Escola (PSE) destacou a preocupante realidade da obesidade infantil em Santo André e em todo o Brasil. De acordo com esses dados, 27% das crianças entre 5 e 9 anos em Santo André estão enfrentando obesidade ou sobrepeso. Embora seja um desafio significativo, esse número é ligeiramente inferior aos 31,7% registrados em nível nacional, de acordo com o Ministério da Saúde.

As causas da obesidade infantil são amplamente conhecidas, incluindo hábitos alimentares inadequados, o consumo excessivo de alimentos industrializados e a falta de atividade física. O PSE tem como objetivo identificar as crianças com excesso de peso para que as equipes multidisciplinares do Nasf possam oferecer recursos para ajudar as famílias a combater o problema.

A cidade tem implementado várias ações e programas para combater a obesidade infantil, incluindo o Fórum de Alimentação da Atenção Primária à Saúde, que reuniu cerca de 200 profissionais da área de saúde para discutir estratégias de prevenção e conscientização.

Além disso, o município lançou o programa “Saúde no Prato”, que fornece assistência nutricional, social e psicológica a crianças com restrições alimentares matriculadas nas escolas municipais. A iniciativa busca garantir que essas crianças recebam em casa a mesma alimentação saudável oferecida nas escolas, inclusive nos fins de semana, e inclui orientações aos pais ou responsáveis.

Outra iniciativa é a parceria com o Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC para capacitar profissionais da saúde em relação à alimentação adequada das crianças, vigilância alimentar e nutricional, combate ao sedentarismo, vínculo familiar e resgate do brincar, por meio do projeto “Jeito de Criança.”

A cidade também promove o programa “Moeda Verde,” incentivando moradores de comunidades carentes a trocarem itens recicláveis por alimentos frescos. Essa prática não só estimula a reciclagem, mas também melhora a segurança alimentar dessas comunidades, proporcionando acesso a uma dieta saudável, incluindo frutas, legumes e verduras.

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