O histórico de atraso nos salários e dívidas somam R$60 milhões.
A Fundação Santo André, existente há mais de 50 anos, passa por dificuldade em relação ao pagamento dos funcionários e corre o risco de fechar. A reitora Leila Modanez, que está à frente da instituição há um ano e meio, afirma que estão fazendo de tudo para a Fundação não fechar as portas.
A instituição privada sem fins lucrativos sofre com a crise financeira desde 2016. O plano de recuperação traçado tenta equilibrar os orçamentos e manter as atividades. O histórico de atraso nos salários e dívidas somam R$60 milhões. Deste valor, apenas R$23 milhões foram pagos.
O plano de recuperação prevê economia de R$4,1 milhões por ano a partir da redução de custos em serviços de limpeza, segurança, corte de 15% no salário da reitoria, redução de turmas e professores. Até o fim de 2017, a expectativa é de quitar o 13º salário de 2016, salários atrasados de fevereiro deste ano e alcançar o equilíbrio financeiro da Instituição.
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