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Black Friday ou Black Fraude?

A Black Friday é uma promoção que começou nos Estados Unidos, posteriormente ao feriado de Ação de Graças, a data se espalhou pelo mundo e consumidores aproveitam as promoções para comprar produtos e serviços por preços mais acessíveis, os brasileiros aproveitam também para fazer suas compras de Natal, já que, no País, a data acontece na última sexta-feira de novembro.

Apesar de atrair muitos consumidores, a Black Friday passou a ser conhecida no Brasil como “Black Fraude”, o termo nasceu em razão da maquiagem dos preços divulgados em relação aos valores anteriores, promovendo um desconto que na verdade não existe.

Para auxiliar os compradores, o Procon liberou uma lista de sites que devem ser evitados por já terem recebido reclamações de consumidores e por não responderem os questionamentos. A lista “negra” está disponível aqui.

“Caso o consumidor identifique práticas inadequadas, a orientação do Procon é que busque seus direitos. O primeiro passo é procurar o gerente ou responsável pela loja. Não havendo acordo, ele deve ir imediatamente a um Procon para fazer a denúncia. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, publicidade enganosa é crime. O responsável pode ser preso e pagar multa que varia de R$ 200 a R$ 3 milhões, dependendo da infração e do porte da empresa”, orienta a diretora do Procon Amazonas, Rosely Fernandes.

Em pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), divulgada na semana passada, 69% dos consumidores brasileiros pretendem fazer compras na promoção Black Friday e parte dos consumidores (28%) só têm intenção de comprar se os preços estiverem realmente convidativos.

O importante é que o consumidor tome alguns cuidados em relação as suas próprias atitudes. Verificar seu orçamento, ter foco, pesquisar e comparar preços é um dos pontos que não devem ser esquecidos no momento de empolgação com as compras.

(Fonte: Agência Brasil)

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