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Revisão do contrato entre UFABC e Sabina ameaça Bolsa de Monitoria de alunos da universidade de Santo André

Revisão no contrato assinado entre a Sabina Escola Parque do Conhecimento com a UFABC (Universidade Federal do ABC) ameaça Bolsa de Monitoria de alunos da universidade. Eles temem que a revisão no contrato possa impossibilitá-los de assumir as bolsas de monitorias conquistadas através de edital realizado em dezembro de 2016. São 30 vagas de bolsistas para monitor, a função ajuda os visitantes nas diversas atrações do parque. Os alunos recebem R$ 600 para realizar as atividades.

Em contrato assinado em outubro de 2016, ainda na gestão de Carlos Grana, A UFABC é o órgão que administra as atividades na Sabina. O contrato foi assinado por R$ 2,5 milhões e tem vigência de um ano.

No entanto, em vistoria realizada na última terça-feira, 17, o novo prefeito, Paulo Serra, informou que dentro da reestruturação da Sabina está prevista a revisão do contrato com a UFABC, feita por uma comissão específica para o caso. Com isso, alunos da universidade decidiram criar um Grupo de Apoio ao Sabina, composto pelos próprios estudantes e por moradores de Santo André. O grupo promete fiscalizar a reestruturação do parque.

O parque foi fechado para visita em dezembro 2016 para reestruturar e realizar a manutenção dos equipamentos. A reabertura era prevista para janeiro. Porém a prefeitura disse que a atual condição dos equipamentos levaria perigo à população. A nova data prevista para reabertura é abril.

A UFABC informou que “em vista da transição de cargos da Prefeitura de Santo André e a consequente revisão, por parte da Prefeitura, dos contratos e convênios estabelecidos, a UFABC adiou o início das atividades de monitoria dos bolsistas na Sabina”.


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