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Conheça os prédios que devem ser tombados em Santo André

O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico de Santo André começou a elaborar o plano de tombamento de quatro prédios históricos da cidade. São eles: os do Moinho São Jorge e da Rhodia Industrial, ambos na Av. dos Estados; o Paço Municipal, no Centro; e o Conjunto Residencial Comendador Mansueto Cecchi, na Vila Assunção.

A medida tenta principalmente estimular o uso das áreas, como por exemplo o Moinho São Jorge – cujo prédio está deteriorado, mas conta com um salão de festas de mármore e uma capela.

De acordo com o secretário executivo do conselho, Marco Moretti Neto, com a abertura do processo, os bens passam a ter proteção provisória e não podem sofrer alterações estruturais. “No estudo é levada em consideração a relevância histórica do local e são estabelecidas as diretrizes da preservação”, explicou. A expectativa é de que o relatório seja entregue seis meses após o início dos trabalhos.

Neto disse que o processo que está mais adiantado é o do Paço, que contempla a Câmara de Vereadores, Centro Cultural e o Fórum. A estimativa de conclusão é para outubro. “Após a aprovação do conselho, o laudo deve ser homologado pela administração.”

Santo André já possui 24 bens preservados como patrimônios, entre eles a Vila de Paranapiacaba e a Festa do Cambuci.
O prédio da Rhodia, que iniciou as atividades na cidade em 1921, está entre as prioridades porque é cogitado para abrigar o Polo Tecnológico do ABC. Já o conjunto residencial é uma ocupação destinada à classe média.


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